Reflexão - Didática da História
O discurso historiográfico foi-se constituindo ao longo dos séculos derivado de várias condicionantes políticas, religiosas, culturais e científicas, no entanto, essa evolução não foi linear. Quando falamos em História, temos que falar obrigatoriamente na evolução do pensamento histórico e da produção historiográfica, deste modo, um professor de história deve estar sempre atento a estas evoluções de forma a não falsear o seu ensino. A História sofreu várias etapas, desde a herança da Grécia Clássica, passando pelos contributos Cristão e Árabe, pela Idade Média e a sua multiplicidade de documentos escritos, tão valiosos para os historiadores, pelo século XVIII, onde esta se desenvolveu a vários níveis até aos dias de hoje.
O professor é um mediador, devendo, como é óbvio, possuir conhecimentos científicos e técnicos, mas também, uma visão humanista. Sendo o aluno o centro de todo o processo ensino/aprendizagem, cabe ao docente de história, partir de problemas práticos de forma a desenvolver no aluno uma aprendizagem motivadora, reguladora e ativa.
O professor é um mediador, devendo, como é óbvio, possuir conhecimentos científicos e técnicos, mas também, uma visão humanista. Sendo o aluno o centro de todo o processo ensino/aprendizagem, cabe ao docente de história, partir de problemas práticos de forma a desenvolver no aluno uma aprendizagem motivadora, reguladora e ativa.
Cláudia Mota Silva
Bibliografia:
Proença, M. C. (1989). Didática da História. Lisboa. Universidade Aberta.
NEE-Alunos com necessidades educativas especiais
“Todos têm direito ao ensino com garantia do direito à igualdade de oportunidades de acesso e êxito escolar.” Artigo 74º da Constituição da República Portuguesa de 2 de Abril de 1976"
Consideram-se estudantes com Necessidades Educativas Especiais (NEE) aqueles que, por apresentarem determinadas condições específicas, podem necessitar de um conjunto de recursos educativos particulares, durante todo ou parte do seu percurso escolar, de forma a facilitar o seu desenvolvimento académico, pessoal e sócio emocional. Assinale-se que estas condições podem ser permanentes ou temporárias. Neste sentido é necessário reconhecer a estes estudantes igualdade de direitos para que possam participar em todas as esferas da vida académica com sucesso.
PRETENDE-SE:
- Que todos os estudantes tenham uma educação igual e de qualidade;
- Que todos os estudantes tenham acesso a uma educação que respeite as suas necessidades e características;
Para pensar...
https://youtu.be/KGqu3cVu4LE
Quem nunca teve alunos com necessidades educativas especiais, quer sejam de ordem cognitiva ou física?
Claro, que cabe ao docente elaborar estratégias motivadoras e encorajadoras para estes alunos. Relembro uma turma de PCA que tive, na qual existiam alunos que praticamente não sabiam escrever. Como docente de história e geografia de Portugal, apostei em estratégias direcionadas para estes alunos, assim, por exemplo, para estes perceberem a importância da caravela na Época dos Descobrimentos, incentivei os alunos a construírem a sua própria caravela com materiais diversificados. O mesmo se passou com o estudo dos instrumentos de navegação.
O docente deve ter a capacidade de se colocar no papel do aluno e perceber aquilo que o motiva e quais as suas verdadeiras capacidades e interesses.
Cláudia Mota Silva
PI o cão amigo dos alunos com dificuldades
As escolas básicas nº 72 e Fernanda de Castro, em Lisboa, são palco de um projecto-piloto que ensina crianças a ler com a ajuda de um cão. O Pi é um golden retriever treinado para ouvir que, todas as semanas, visita as duas escolas para acompanhar 13 crianças com dificuldades no campo da leitura e compreensão.
“Festinha da Leitura” é nome do projecto gratuito que tem na sua base a terapia assistida. Neste caso, o assistente é o Pi, que ajuda as crianças a confiarem em si próprias. «A terapia assistida por animais é uma excelente forma de praticar a leitura em voz alta pois os cães são ouvintes calmos e, contrariamente às outras crianças ou aos adultos, jamais serão críticos quando uma criança se engana ou se atrapalha a ler»
http://marketeer.pt/2016/05/27/cao-chamado-pi-ajuda-criancas-a-ler/

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